Dia das Mães

Dia das Mães

Ela pergunta mil coisas, quer saber das aulas, pergunta e se isso…, mas e se aquilo… Quer ver as aulas, dar aquela espiadinha… ela é a melhor, e porque não dizer, a mais importante plateia. E apesar dos muitos nomes que possa ter, o principal é: mãe.

E ela tem papel fundamental na vida das bailarinas na dança.
Ela procurará, se informará, e será dela o 1º papel de dar segurança para a adaptação da bailarina nas aulas de dança. Ah… e como é difícil poder acreditar que alguém cuidará por alguns minutos tão bem quanto ela, de seu bem mais precioso. A dualidade entre a razão que sabe que a criança precisa do seu espaço e o instintivo de proteção. Algumas pesam a balança mais para um lado ou para o outro, com mais ou menos intensidade… mas tudo… tudo isso é normal. Faz parte dos por quês que se estão na parte mais primitiva do cérebro humano, aquela que nos mantém vivos. E assim, sem manual, levando mais ou menos tempo, ela de alguma forma, dará à segurança necessária para sua bailarina e então também terá que se adaptar à nova situação.
Virão muitas emoções, ensinamentos, apoio, suporte (em meio à correria, ao trabalho, à casa, à mulher…), mas ela estará lá, de alguma forma, presencial ou virtualmente, às vezes por outros olhos, mas de coração.

E na hora, da bailarina desenvolver uma das grandes habilidades que precisamos em nossas vidas e que a dança trabalha: o enfrentamento de plateia, necessário para a apresentação de um trabalho escolar ou do TCC , do ingresso na nova turma à uma entrevista de emprego, ela estará lá, aplaudindo ou acolhendo. Será sempre a plateia mais acolhedora, mais motivadora, que vai lutar pelo seu ingresso, que vai abanar no meio da coreografia, que vai dar a segurança e aconchego completando de forma esplendorosa mais esse processo de aprendizagem promovido pela dança.

A dança acolhe bailarinos e mães, mesmo que ela nunca dance, está sempre lá, pois a ligação materna apesar de fisicamente se desfazer no corte do cordão umbilical, transfere-se para o cordão invisível do contato visual, e firma-se na segurança que ela passará ao deixar sua bailarina voar na dança e na vida.

Conteúdo desenvolvido em parceria entre a Ballare e @psicopedagodanca

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